Renato Perim Colistete

Economia, História e História Econômica

Archive for the ‘Eventos’ Category

Politics and Sovereign Debt in Latin America

Posted by Renato em 10/08/2017

Leo Weller está organizando e divulga um evento imperdível, a ser realizado na FGV-SP nos dias 21 e 22 de agosto:

“Politics and Sovereign Debt in Latin America in Historical Perspective Workshop”

Excelente oportunidade para conhecer o melhor da pesquisa recente sobre sovereign debt na América Latina. Veja aqui a programação completa.

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Fazenda Ibicaba – 200 Anos

Posted by Renato em 02/08/2017

Este é o tema do Colóquio Internacional comemorando a fundação da Fazenda Ibicaba, localizada no atual município de Cordeirópolis, antes parte de Limeira, São Paulo. Ibicaba foi uma das pioneiras na introdução de imigrantes europeus nas fazendas paulistas a partir da década de 1840, em plena época de domínio do trabalho escravo. O evento ocorrerá nos dias 31 de agosto e 1º de setembro na própria cidade de Cordeirópolis. A programação completa e as demais informações encontram-se no site do Colóquio.

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3º Workshop de História Econômica

Posted by Renato em 22/04/2016

Está programada para o dia 20 de maio a 3ª edição do “Workshop de História Econômica” na FEA, um evento dedicado à discussão intensiva e cooperativa de pesquisas em andamento ou recém-concluídas de representantes da nova geração de historiadores econômicos.

O workshop ocorrerá na sala Delfim Netto, no térreo do FEA 2., a partir das 8:45. Todos os interessados são bem-vindos. Veja a programação:

 

3º Workshop de História Econômica

20 de maio de 2016 – FEA-USP

Sala Delfim Netto, FEA 2

8:45    Abertura

9:00 – Michel Marson (Unifal), Comércio e indústria: estrutura das empresas no estado de São Paulo, 1911-1920

10:00 – Intervalo

10:15 – André Lanza (FFLCH/USP), O fluxo imigratório entre São Paulo e Buenos Aires: deslocamentos, nacionalidades e motivações, 1890-1930

11:15 – Intervalo

11:30 – Hanna Manente (FFLCH/USP), Inventários e riqueza na cidade de São Paulo, 1850-1900

12:30 – Almoço

14:00 – Thales Zamberlan Pereira (FEA/USP), Slavery in cotton plantations in Brazil, 1800-1850

15:00 – Intervalo

15:15 – Joimar Menezes (Universidade São Judas), O Funding Loan de 1914 e a Primeira Guerra Mundial no Brasil: negociações e vínculos.

16:15 – Intervalo

16:30 – Ricardo Sabbadini (FEA/USP), Repasse cambial para a inflação: evidências das décadas de 1950 e 1960 sobre o impacto esperado das maxidesvalorizações de 1979 e 1983

Obs: participação aberta aos interessados, com vagas limitadas.

Coordenação e informações: Renato Perim Colistete (FEA-USP), rcolistete@usp.br

 

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Origens do Estado de Bem-Estar na Suécia

Posted by Renato em 16/03/2016

Na semana de 28 de março a 1 de abril, receberemos Erik Bengtsson, da Universidade de Lund, Suécia, que oferecerá um minicurso para os alunos de pós-graduação e graduação em Economia da FEA. O tema é “The Origins and Development of Swedish Egalitarianism: Historical and Comparative Perspectives”. A atividade faz parte do Programa CAPES/STINT, Projeto “Polos à Parte: Uma Perspectiva de Longo Prazo sobre Desigualdade, Industrialização e Instituições do Mercado de Trabalho no Brasil e Suécia”, que reúne pesquisadores da USP, Universidade de Gotemburgo e Universidade de Lund.

A participação é aberta a todos os interessados. Clique aqui para obter o programa completo, com dias, horário e leituras requeridas.

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10 Medidas

Posted by Renato em 12/12/2015

10 medidas contra a corrupção do MPF. Assinaturas, propostas e assinômetro aqui.

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“Colonial origins” na FEA

Posted by Renato em 04/12/2014

Nesta sexta-feira, dia 5/12, receberemos o Prof. Tommy Murphy de L’Università Bocconi para mais um seminário de história econômica na FEA. O título do trabalho a ser apresentado é The Colonial Origins of the Divergence in the America: A Labour Market Approach. 

Todos os interessados são bem-vindos.

O paper e outros detalhes podem ser obtidos aqui.

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Indústria no IPEA

Posted by Renato em 04/12/2014

Seminário internacional sobre o livro “Manufacturing Brazil: An inquiry into the relationship between political order and industrialization, 1900 to the present”, de Jonathan Di John (SOAS, Universidade de Londres). A programação encontra-se aqui.

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Workshop de História Econômica

Posted by Renato em 21/10/2014

Em 31 de outubro, teremos a 2ª edição do “Workshop de História Econômica” na FEA, um dia inteiro de discussão intensiva de resultados recentes e originais da pesquisa realizada por representantes da nova geração de historiadores econômicos.

O workshop ocorrerá no dia 31 de outubro, sexta-feira, na sala FUNCADI, no térreo do FEA 2. Todos os interessados são bem-vindos. Veja a programação abaixo:

2º Workshop de História Econômica
31 de outubro de 2014 – FEA-USP
Sala FUNCADI, FEA 2

8:45 – Abertura
9:00 – Felipe Loureiro (IRI/USP), Brazil and the Alliance for Progress: US-Brazilian financial relations during the formulation of João Goulart’s Three-Year Plan
10:00 – Intervalo
10:15 – Andre Passos Santos (FFLCH/USP), Estrutura das receitas da União na crise dos anos 1960
11:15 – Intervalo
11:30 – Guilherme de Oliveira (FEA/USP), A relação entre intensidade de capital e taxa de lucro na indústria brasileira em 1920
12:30 – Almoço
14:00 – Thales Zamberlan Pereira (FEA/USP), Was it Uruguay or coffee? The causes of the beef jerky industry’s decline in Southern Brazil, 1850 – 1889 (com Ildo J. Lautharte Jr.)
15:00 – Intervalo
15:15 – Renata Cipolli D’Arbo (IMESB), Atividade inventiva e beneficiamento do café em São Paulo entre 1870 e 1880
16:15 – Intervalo
16:30 – Guilherme Babo (FFLCH/USP), Uma longa estrada para a liberdade: africanos livres a serviço da província do Rio de Janeiro, 1831-1864

Obs: participação aberta aos interessados, com vagas limitadas.

Coordenação e informações: Renato Perim Colistete (FEA-USP), rcolistete@usp.br

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Summerhill na FEA

Posted by Renato em 05/09/2014

Daqui a alguns dias, o Prof. William Summerhill, da Universidade da Califórnia, Los Angeles, UCLA, nos visitará novamente e ministrará um minicurso para os alunos de pós-graduação e graduação em Economia da FEA-USP. Esta é a terceira vez que o Prof. Summerhill nos visita nos últimos anos e como sempre terá uma agenda cheia com aulas, reuniões com alunos e professores e participação em banca de defesa de tese.

O minicurso ocorrerá nos dias 15, 17 e 18 de setembro, com o tema “Institutions, Slavery and Public Finance” (veja o cartaz). O evento é voltado aos alunos da FEA, mas é aberto a todos os interessados em história econômica (com vagas limitadas). A promoção é da Pós-Graduação em Economia da FEA/USP.

Clique aqui para a programação completa. O programa resumido é o seguinte:

Aula 1 – Colonial Institutions, Slavery, Inequality, and Development: Evidence from São Paulo, Brazil (2a feira, 15/9, 16:30 – 18:30)

Aula 2 – Public Finance of the Brazilian Empire: New Data and Findings (4a feira, 17/9, 16:30 – 18:30)

Aula 3 – Political Consequences of War Finance (5a feira, 18/9, 16:30 – 18:30)

Local: FEA 1, sala E3.

Inscrições na Secretaria de Pós-Graduação em Economia, FEA-USP.

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Carta aberta à SBPC

Posted by Renato em 19/10/2013

Enviada para: Jornal da Ciência, Diretoria da SBPC e Conselheiros.

Prezados(as) Srs(as),

Lamentáveis os argumentos e as intenções subliminares contidos no texto “A comunidade científica brasileira esclarece” divulgado à imprensa e no site do Jornal da Ciência da SBPC em 18/10/2013.

O texto é uma defesa intempestiva, irrefletida e parcial de uma entidade (o Instituto Royal) que está sendo questionada publicamente por suas práticas e procedimentos. Estranhamente para um “esclarecimento” que se intitula da “comunidade científica”, o texto ignora evidências de maus tratos e crueldade que foram registradas nos recintos da entidade e nos animais resgatados, evidências que estão circulando na imprensa e na mídia social. Autodenominados “cientistas” que rejeitam evidências de antemão, para defender uma entidade sob acusação de má conduta citando normas e órgãos burocráticos, levantam a suspeita de incapacidade de defender legitima e publicamente seus argumentos.

Lamentável a arrogância expressa no texto, por exemplo quando afirma que a invasão “revela o desconhecimento por parte de quem praticou tais atos sobre a importância da utilização de animais para o desenvolvimento de novos medicamentos [somente?] e tratamentos para o ser humano.” Por que “desconhecimento”? Presumir que somente “cientistas” (que curiosamente rejeitam evidências a priori) possuem o “conhecimento” das implicações do uso de animais em testes, laboratórios, cursos, etc., é um recurso de retórica primário e propositalmente enganador, pois sabem muito bem eles ou elas que redigiram o texto que os limites de atividades com humanos ou animais estão sujeitos a normas éticas, subjetivas e definidas socialmente, que vão muito além dos interesses específicos de um grupo de “cientistas” ou de instituições e empresas a que servem. Não é por outro motivo que todas essas questões têm sido há tempos debatidas internacionalmente, e não só pelos que se consideram os únicos capazes, habilitados e imediatamente interessados.  Se é assim, todos – não só autodefinidos “cientistas” – podem e devem opinar e se manifestar quanto a esses limites, normas e definições. Ou o ato de discordar de normas técnicas estabelecidas por órgãos burocráticos (supondo que o Instituto Royal seja perfeito na observância de tais regras, e que tais regras sejam o supra-sumo da benignidade, como sustenta passionalmente o texto) é, por dedução, “desconhecimento”? Ou, ainda, quer alguém convencer-nos de que está acima das opiniões de uma sociedade no que diz respeito a normas e regras de suas atividades enquanto “cientistas”, como um Mengele da atualidade?

Seria de esperar que um texto que diz representar uma comunidade científica – mesmo sendo tão ostensivamente dócil com a entidade acusada e, ao mesmo tempo, tão hostil com os ativistas da causa e os animais submetidos a testes – apresentasse uma descrição integral das atividades da entidade que está defendendo, não apenas destacando as alegadas observância estrita de normas burocráticas e excelência científica. Tão relevantes quanto esses aspectos frisados no texto são as condições de operação e a natureza da própria entidade: quais são os recursos privados envolvidos nas pesquisas com animais? O quanto há de recursos públicos (sabe-se que volumosos)? Quais são as relações das pessoas ligadas ao Instituto Royal com universidades, empresas privadas e órgãos governamentais? E para quais tipos de empresas o Instituto trabalha? É realmente verdade o que o texto afirma, que “O Instituto realiza estudos de avaliação de risco e segurança de novos medicamentos”, dando a entender que apenas isso? Ou que, como diz mais adiante, o Instituto realiza estudos para “diferentes tipos de setores produtivos (produtos farmacêuticos, produtos para a saúde, dispositivos médicos, agrotóxicos, produtos químicos e veterinários, aditivos para rações e alimentos, entre outros)”? Apenas esses, de fato? Não incluem empresas de cosméticos, por exemplo, como são acusados? O que serão “entre outros”? Como um “esclarecimento”, o texto da SBPC deveria dar respostas claras a todas essas indagações, pois elas são parte dos motivos da ação organizada em defesa dos animais presos. Pela natureza da entidade que diz representar, o texto deveria primar pela objetividade, transparência e imparcialidade. O fato de que não o tenha feito, e de que tenha preferido ser seletivo nos aspectos destacados, só pode levantar dúvidas e suspeitas sobre o que pode estar oculto ou dissimulado.

Por fim, é lamentável que o texto seja divulgado sem a assinatura da diretoria da SBPC (pode-se presumir que seja dela a autoria do “esclarecimento”?) [mas ver abaixo]. É um texto sem autoria assumida e, como tal, presta-se à especulação: será que foi discutido em reunião urgente da diretoria da SBPC, será que houve consulta às opiniões de conselheiros e regionais? E os sócios, todos pensam – ou a maioria pensa – tal como o que foi veiculado no texto, ao ponto da diretoria ou parte dela se sentir autorizada a defender instantaneamente o Instituto Royal? Será? A estratégia dos autores do “esclarecimento”, contudo, sejam lá quem forem, foi além da omissão dos responsáveis. Talvez o mais reprovável do “esclarecimento” seja a suprema soberba – e suprema tentativa de mistificação – de se autodenominar “a comunidade científica brasileira” – “A comunidade científica gostaria ainda de deixar claro”, diz o texto ao final, assim como o próprio título. Um “esclarecimento” aos autores do texto da SBPC: a ciência utilizada para dominar e dissimular nunca esteve ao lado das boas causas da história.

Obviamente não espero mudanças na posição da diretoria da SBPC, mas não tinha como evitar o protesto.

Att

PS: desde a publicação do “esclarecimento” da “comunidade científica brasileira” no dia 18/10, o texto não continha autoria ou qualquer nome associado a ele, como foi dito acima. Assim ficou por dias, até que hoje (25/10) constatei que curiosamente foi inserido o nome da presidente da SBPC (“Artigo de Helena Nader* para o Jornal da Ciência”, com crédito ao final), mantendo a data original da publicação. Nenhuma observação, porém, foi adicionada explicando que a autoria do texto foi incluída *posteriormente*, depois de protestos, o que não constitui o procedimento correto nestes casos. Mas não é tarde para corrigir o deslize, a menos que a intenção seja reescrever a história, um artifício antigo [adicionado em 9/11]. Poderia aproveitar também a presidente para corrigir a forma um pouco excessiva de se autodenominar “a comunidade científica brasileira”, como ficou no texto. Aguardemos as modificações.

 

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